domingo, agosto 27, 2006

Quando Paris Alucina!


Audrey Hepburn... esse é o nome simplesmente!
Dia desses eu estava a fim de assistir um daqueles clássicos do cinema. Não deu outra, ñ pensei em outra atriz que eu pudesse querer ver que ñ fosse a menininha americana Audrey Hepburn!
Loquei Quando Paris Alucina (1964), onde ela atua como Gabrielle Simpson datilógrafa que ajuda o roteirista Richard Benson, extremamente charmoso a começar o roteiro de seu filme 'A Moça que Roubou a Torre Eiffell' que se passa na maravilhosa Paris. Toda a confusão começa quando ele mente ao seu produtor que já tem 138 páginas prontas quando na verdade passou todo o tempo se divertindo..bom daí ja viu, loucara na certa!
Confesso que a princípio ñ achei bonito o mocinho (ou seria o vilão Rick?), ñ a altura dela, mas no decorrer do filme vi nele, um homem que toda mulher gostaria de ter ao lado.. sedutor, charmoso, elegante, audaz, um belo sorriso, inteligente e envolvente. Mas ela, ñ tenho o que dizer, delicada, gentil, frágil, bela, transmitia nos olhos o que o papel queria que ela transmitisse para as telas, como disse o próprio Richard na trama, senti que nascera uma paixão inconsciente no momento em que os personagens Gabby e Rick se encotraram na trama, e eu junto pelo roteiro de uma história de amor extremamente meiga, divertida e cativante.
Fazia tempo que ñ sentia essa nostalgia gostosa, essa sensação leve de ver um filme bom, com uma história bonita, de ver que o cinema ainda pode nos mostrar que existe doçura nas telas. Na realidade filmes de luta, drogas, favela, épicos, crítica social, romaces, comédias, documentários, são legais, necessários até, mas nos mostram o quanto nós perdemos a inocência, o quanto estamos ficando piores, duros, secos por dentro, o quanto as coisas estão frias e corporais. Realidade é realidade, mas massacra se ñ tiver uma dose pequena de fantasia, de sonho.
Me encantei com o filme como uma criança pequena que assiste pela primeira vez um clássico da Disney.
Intenção desta postagem?
Fugir da realidade, se encantar com filmes como este é muito bom!
É bonito, é encantador ver como a química entre ator e atriz, personagens, história e Paris se enlaçam!
Beira ao mágico!